sexta-feira, 8 de agosto de 2008

RUI COSTA, O "MAESTRO"


É dos postilas mas nem sempre o que neles se lê a nossa mente agrupa e agrega como sabedoria.
Também todos sabemos que para existir uma boa orquestra tem que nela segurar na batuta um bom maestro.

Muitos, em especial os anti-benfiquistas, em linguagem vesperina, assim que Luís Filipe Vieira, anunciou Rui Costa para director desportivo do Benfica, saltaram que nem molas ferrugentas, e aqui D`el Rei, que estava tudo maluco. Quiçá despeito ou inveja.

Não punham em destaque o timing do anúncio – para mim em destempo - mas sim a competência do HOMEM.

Em boa hora intitulado de o “maestro”, em tempos de jogador, a verdade é que o epíteto se prolongou acompanhando-o na sua recente mas produtiva acção como director desportivo.

Ou seja: Rui Costa, qual o melhor “Maestro”, também nos mostra como se dá música na sua nova função.
Quem diria nos tempos pp (próximo passados) que Pablo Aimar e/ou José António Reyes, viriam jogar no Benfica ou até na liga portuguesa. Pois quem diria?

E não são jogadores em fim de carreira. São Astros cintilantes, na “flor” da maturidade futebolística que, acredito, vão espalhar o perfume do seu futebol por esses campos fora produzindo alegrias aos presentes em particular, e a todos os benfiquistas em geral.

Claro que Quique Flores, também com a sua palavra os terá aconselhado e convencido a vir.
Até acredito que sim.

Mas o certo é que, Rui Costa, com o seu prestígio e palavra séria, concreta e honrada, é o grande responsável por todas estas contratações que nos enchem de desvanecimento.

O Benfica e Rui Costa são, actualmente, clube e homem, respeitados a nível europeu e mundial.

Obrigado Rui Costa, por nos fazeres sonhar.

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