Portanto, caso escreva algo incorreto, ou menos próprio, resta-me parafrasear o enorme Fernando Pessa, dizendo antecipadamente "desculpem qualquer coisinha"...ou então, o Benfiquista Paulo de Carvalho que canta um tema, fado, intitulado com o mesmo nome, quem não conhece, recomendo...
E já que menciono musica, não posso deixar de endereçar os meus sentidos pêsames à família e amigos de Jorge Palma. Grande Artista e enorme Poeta. Descanse em Paz.
Vamos lá então à vaca fria, pois quero acreditar que já muito foi falado e escrito sobre o tema.
Vou tentar ser breve, no que tenho para dizer, sobre o jogo do Benfica, no antro da fruta corrupção e putedo, vulgo fcp.
Não era muito difícil, prever o que se iria passar. Somos, e temos mais Equipa do que a corja caceteira. Em Futebol jogado não nos conseguiriam ganhar. Tiveram que recorrer à violência e ao anti jogo sistemático de parar todas as jogadas em falta, para equilibrarem os pratos da balança.
Apesar de toda a ordem, e autorização, que tinham para marrar no vermelho, portarem-se como selvagens raivosos tratados com medicação fora de prazo, foi permitido ainda a esses trogloditas, demonstrarem o porquê da sua agremiação, ser conhecida como os reis da truncagem, manipulação e adeptos da simulação primária e grotesca.
O artista das simulações, que quando lhe tocam no peito agarra-se às trombas, aos gritinhos histéricos, não gostou que o Lenglet o tenha afagado, ao de leve, na nuca deslizando pela orelha, certamente para se inteirar sobre os cremes utilizados por tal palhaço, e o reles fez o habitual...montou gritaria. Muitos ai ais, muitos ui uis que me dói tanto, e agarrou-se ao focinho. O boi do apito, que não estava a olhar para o lance, portanto não viu o que se passou, nem o bandeirola, que só reagiu depois de ouvir a gritaria e os urros selvagens do banco porquista e dos comparsas fingidores, que incrivelmente não estavam a acompanhar o jogo, ou onde estava a bola, mas sim de olho no seu colega das mentiras, resolveu ir ver se havia sangue...mas nem sombra disso...mas toma lá vermelho, Francês duma figa. Ainda bem que não houve quem te avisasse que aqui neste curral não se pode tocar em quem quer que seja da manada. Pensou o boi do apito, suspirando de alivio e felicidade, pois a encomenda estava quase completa, tal como havia precombinado...e agora queria ver como o Benfica se iria desenrascar a jogar com um a menos.
O que haviam premeditado estava a correr às mil maravilhas...
Se o Prestianni soubesse, quando se queixou que foi esbofeteado, esmurrado nas costas e empurrado sem bola, por uma besta contra outra, que fez com que sangrasse, tinha-se limpo, e talvez não levasse amarelo por ter provas da agressão de que foi alvo...É um menino perto desta gentalha. Corja de truncadores e simuladores.
Já nem falo da entrada violenta sobre o Bah logo no inicio...Era vermelho direto e ponto final.
Para os que não sabem, para os que fingem não saber...mas sobretudo para os intelectualmente desonestos, passo a explicar a diferença, entre "tornozelo" e o vulgarmente chamado "peito do pé": O tornozelo está situado na linha dos maléolos, são aqueles ossinhos salientes que temos de lado, interior e exterior, nos pés, pode-se dizer que o tornozelo se inicia na junçao da tíbia e da fibula com o tálus, ou osso talus do pé. Trocado em miudos, a "dobra do pé" já é tornozelo. Daí para baixo é o chamado dorso. O animal de azul e branco atingiu o Bah diretamente acima dos ossos do tornozelo, na junção da articulação...depois ainda não satisfeito, é que deslizou para o peito do pé. Portanto seria sempre cartão vermelho.
Mas se o biltre do apito fosse honesto, até poderia expulsar o sarrafeiro com duplo amarelo, pois segundos antes, na mesma jogada, tinha entrado de forma perigosa e negligente, de carrinho com os joelhos à frente e levantados, sobre o Sudakov...
O murro que um animal deu nas costas do Bah, se fosse no tal de André Silva ainda hoje lá estava agarrado ao focinho e aos gritinhos...também passou em claro, e amarelo para o jogador do Benfica, obviamente. Faltas duras sobre Prestianni e Rafa, até dentro da área caseira, sobretudo estes dois, foram consideradas normais.
Enfim a nojeira habitual e por mim esperada...O metralha Nojeira foi bem escolhido pelo Lugi Andreone, o Capo daquela Camorra.
Cheguei a dizer, que a escolha deste boi do apito, pelo Andreone da Ribeira, e posterior nomeação pelos seus vassalos, seria uma forma de retratação obrigatória, por não ter visto na ultima época o que câmaras piratas, com imagens possivelmente adulteradas ou truncadas pois para essa corja é o pão de cada dia, tentaram demonstrar sobre um leve puxão na camisola...
Sobre a roubalheira e falta de personalidade deste metralha facinora, basta ouvir as palavras do treinador poliglota e do seu capo, o boy dos pópós : "...Coisas estranhas ? Esta noite, não. Esteve tudo bastante bem..."
Pois claro. O hábito faz o Monge. Esteve tudo mais do que normal para aqueles lados. Até os festejos animalescos do banco e de alguns jogadores adeptos de MMA assim o demonstraram.
Consigo imaginar a alegria incontida que assolou os paineis dos paineleiros. A sério que consigo imaginar o chulo da Taberna do Infante, o porco Rodolfo, a dizer que foi limpinjo limpinho, com o outro adorador de vinho aos litros, o sapo bêbedo Otávio, ao seu lado a dar razão ao parceiro de bebedeiras. Consigo imaginar o triste Calado a tentar explicar o que se passou, e a besta Amaral a contradizê-lo e a fingir-se inteligente ao dizer o que lhe manda a cartilha do Andreone...
Consigo imaginar os outros a afirmarem que o Benfica já entra derrotado naquele chiqueiro, esquecendo o trabalho sujo de uma equipa de bois do apito.
Consigo imaginar as criticas ao onze do Benfica, às substituições e à atitude do Lenglet, passando creolina em tudo de mau que aconteceu. Não sei se houve tal desinfetante nos balneários ou não, para se parecer ainda mais com os velhos tempos do bófia Abel e outros...
Consigo até imaginar que certos cientistas paineleiros irão dizer que a expulsão não teve nada a ver com o resultado...pois o Benfica já estava a perder. Mas não irão dizer, que mesmo com menos um conseguimos empatar e discutir o jogo, ao mesmo tempo que nos empurravam para o nosso meio campo.


















