sexta-feira, 31 de julho de 2026

Uma manita para virar a página

 

O Benfica tinha uma missão simples: desfazer a asneira da primeira mão e garantir a passagem. E cumpriu-a com distinção, embora tenha achado por bem oferecer uns minutos de sofrimento aos adeptos antes de começar a jogar.

O St. Gallen entrou melhor, sem medo, e aproveitou um Benfica algo nervoso, com passes errados e pouca velocidade na circulação da bola. Durante os primeiros minutos, os suíços conseguiram acreditar que ainda podiam discutir a eliminatória, enquanto Trubin voltava a testar a resistência cardíaca da bancada.

Felizmente, o susto durou pouco.

O Benfica começou a ganhar o meio-campo, subiu linhas e passou a jogar muito mais perto da baliza suíça. Barreiro tomou conta das operações, Sudakov começou finalmente a mostrar serviço, Bah e Dahl deram outra profundidade ao jogo e Pavlidis decidiu que já chegava de conversa.

O primeiro golo mudou completamente o jogo. O Benfica ganhou confiança, o St. Gallen perdeu-a e a eliminatória começou a inclinar-se definitivamente para o lado encarnado. Na segunda parte, o segundo golo praticamente acabou com qualquer dúvida, a expulsão dos suíços tornou a tarefa ainda mais simples e, a partir daí, foi uma questão de saber até onde podia ir o marcador.

Pavlidis fez quatro golos e foi naturalmente a figura da noite, mas a vitória explicou-se também pela forma como o Benfica reagiu ao mau início. A equipa mostrou personalidade, foi claramente superior durante grande parte do jogo e já deixou ver alguns sinais do trabalho de Marco Silva.

A única nota menos positiva surgiu nos últimos minutos. Com tudo decidido e um homem a mais, o Benfica relaxou demasiado e ainda permitiu ao St. Gallen criar algum perigo. Não teve consequências, mas fica o aviso: contra equipas mais fortes, desligar a ficha pode custar caro.

No fim, missão cumprida. O Benfica virou a eliminatória com uma goleada, voltou a transmitir confiança e segue para a próxima ronda, onde terá pela frente os Hearts da Escócia. O nome é bonito. A eliminatória, para eles, promete ser menos.


Destaques positivos

Pavlidis — Foi o homem do jogo. Quatro golos, muito trabalho e uma exibição daquelas que fazem um ponta-de-lança parecer barato, custe ele o que custar. Marcou de todas as maneiras e ainda fez o favor de jogar para a equipa. Trabalhou como um médio, pressionou como um defesa e apareceu na área como só os grandes avançados aparecem. É por isso que, quando ouço um benfiquista dizer que Pavlidis não serve, apetece-me desatar à bofetada.

Barreiro — Há jogadores que correm muito. Depois há Leandro Barreiro, que parece ter descoberto uma modalidade em que o jogo só acaba quando ele decidir parar. Esteve em todo o lado: recuperou bolas, pressionou, apareceu na área, voltou atrás, voltou a subir e, quando toda a gente pensava que finalmente ia parar para respirar, lá estava ele outra vez a roubar mais uma bola.É o tipo de jogador que nunca será o protagonista dos vídeos de fintas no YouTube, mas que faz os treinadores sorrirem e os adversários suarem. E, se lhe pedissem para vender bifanas ao intervalo, provavelmente aceitava. E, no fim do jogo, ainda era capaz de ir pressionar o autocarro do St. Gallen até ao aeroporto, só para garantir que os suíços não voltavam a tentar uma gracinha imaginária. Se Pavlidis ganhou o jogo na área, Barreiro ganhou-o em todo o lado.

Marco Silva — Talvez o melhor reforço esteja no banco. A equipa começa a mostrar ideias, reage melhor às dificuldades e, acima de tudo, o treinador lê o jogo com calma. Não entrou em pânico quando parexeia que a tremideira ia começar, mexeu na equipa na altura certa e não complicou o que estava simples. Parece pouco, mas os benfiquistas sabem que nem sempre foi assim. Ainda há muito para melhorar, mas, pela primeira vez em algum tempo, parece haver um plano e jogadores a segui-lo.

Rafa — Continua a ser dos poucos que pega na bola e muda o ritmo do jogo. Fez a assistência para o primeiro golo, acelerou quando era preciso e deixou a defesa suíça várias vezes em sentido. Quando está inspirado, o Benfica joga mais depressa. 

António Silva — Que maneira de se despedir da Luz. Fez uma exibição à capitão e mostrou a personalidade que sempre se reconheceu nele. Defendeu, construiu, ganhou duelos, assumiu responsabilidades e houve alturas em que parecia farto de esperar pelos médios e resolveu levar a equipa para a frente. Agora segue outro caminho e só há uma coisa a dizer: Toda a sorte do mundo, miúdo!. E desculpa. Desculpa porque, às vezes, esquecemo-nos de que ainda és um miúdo e esperamos a perfeição todas as semanas. Obrigado pelo que deste ao Benfica. E quem sabe, até um dia.
 

Destaques positivos mas:

Sudakov  Melhor, bastante melhor. Muito mais participativo e finalmente a assumir o jogo. Ainda assim, continua a dar a sensação de que há ali um jogador capaz de muito mais. 

Lenglet — Muito seguro defensivamente, resolveu problemas quando foi preciso e ainda teve tempo para marcar um golaço. Esperemos que continue assim.

Kaminski — A primeira parte foi pouco conseguida, mas cresceu bastante depois do intervalo. Melhorou as decisões e teve participação importante no segundo golo. e mostrou que pode ser útil quando simplifica o jogo. 

Bah — Duas assistências, muita profundidade e personalidade. Agora falta convencer alguém de que também existe uma modalidade chamada "defender". Quando sobe, entusiasma, quando tem de correr para trás, às vezes parece que o GPS recalculou demasiado tarde.

Lukebakio — É um daqueles jogadores que faz três adversários parecerem pinos depois chega a altura de decidir e parece que muda de canal. Técnica tem. Velocidade também. Falta descobrir que o futebol é um jogo coletivo e que muitas vezes, a melhor finta é um passe simples. Mas belíssima assistência para o golo do Lenglet.


Destaques não tão positivos: 

Trubin — Faz uma defesa impossível e, cinco minutos depois, complica um cruzamento banal. Não evoluiu nada neste tempo de Benfica. Começa a ser mais problema do que solução. 

Barrenechea — Melhorou com bola e até fez um jogo aceitável. O problema continua a ser sem ela. Um médio defensivo não recebe medalhas por passes certos, recebe elogios quando os avançados adversários deixam de encontrar espaço entre o meio-campo e os centrais. É aí que está o verdadeiro trabalho, não deixar o adversário jogar de pantufas no espaço mais perigoso do campo.


Os outros: 

Dahl foi crescendo e apareceu melhor na segunda parte.
Ríos entrou bem, ganhou o penálti e mostrou disponibilidade.
Dedic entrou com vontade de acelerar.
Schjelderup tentou mexer no jogo, mas teve pouco tempo.
Durán praticamente não teve oportunidades para mostrar serviço.

 

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Benfica vs St. Gallen - Qualificação jogo 2 - Liga Europa

 


Benfica  5  *  0  St. Gallen
1º jogo
Sto. Gallen 2 * 1 Benfica
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A UEFA nomeou o árbitro alemão Florian Badstubner (35 anos), internacional desde 2025, para apitar o jogo da 2.ª mão. 

Os compatriotas Christof Gunsch e Philipp Huwe serão os árbitros assistentes.

Robin Braun estará na função de quarto árbitro. 

Christian Dingert estará no papel de videoárbitro e Benjamin Brand será o AVAR. Florian Badstubner nunca apitou jogos do Benfica.  
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BENFICA
: Trubin; Bah, António Silva, Lenglet e Dahl; Enzo Barrenechea e Leandro Barreiro; Rafa, Sudakov e Kamiiski; Pavlidis.
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SUPLENTES DO BENFICA: Samuel Soares, Dedi?, Tomás Araújo, José Neto, Manu Silva, Miguel Figueiredo, Richard Ríos, Schjelderup, Lukébakio, Ivanovi?, Jhon Durán e Anísio Cabral.
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ST. GALLEN: Watkowiak; Gaal, Stani? e Okoroji; Vandermersch, Görtler, Daschner, Boukhalfa e Stevanovic; Balde e Witzig.
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SUPLENTES DO ST. GALLEN: Dumrath, Bujard, Hunziker, Frokaj, Fazliji, Besio, Owusu, Konietzke, Heydari e Ruiz.
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NOTA

- Aursnes fica de fora dos suplentes, enquanto Schjelderup é convocado.  
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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Não Confundam o Poleiro com o Benfica

 

O Proença pode ser aquilo que muitos benfiquistas sempre viram nele: um traste perigoso. Da arbitragem nem vale a pena falar. O Rui Costa apoiou estes personagens. Nada disto é novidade e muito haveria a dizer.

Mas o que me interessa perceber é outra coisa: quem ganhou com estes áudios — truncados, para não variar — terem vindo cá para fora precisamente agora? Quem os gravou? Quem decidiu divulgá-los? E com que intenção?

Ao que tudo indica, naquela sala estavam apenas cinco pessoas. Cinco. E três delas seriam da absoluta confiança de Rui Costa.

Se isto saiu de dentro, então os áudios são apenas a ponta do iceberg. Porque significa que há gente disposta a incendiar o próprio clube para atingir objectivos pessoais.

E depois ouve-se: "Está a brincar comigo, Seara?"

Mas afinal isto é o quê? Uma frase solta? Um desabafo? Um aviso? Uma ameaça? São dúvidas que não podem ser varridas para baixo do tapete. E o Benfica faz o quê? Fica em silêncio? Come e cala?

Os galos já andam novamente à volta do poleiro.

Convém é não esquecerem uma coisa:

Não confundam as coisas.

O poleiro existe por causa do Benfica. Não é o Benfica que existe por causa do poleiro.

Podem comprar uma guerra entre vocês. Podem controlar gabinetes, podem controlar discursos e podem controlar momentos.

Mas não comprem uma guerra com os benfiquistas.

Porque essa guerra ninguém a ganha. 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Benfica:- Franco Mastantuono


Clique na setinha a fim de ver o vídeo

Se não der veja clicando em You Tube

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Sei que pode ser apenas jornalismo para angariar audiências. Mas... admitindo que é verdade, o que acham os benfiquistas deste jogador caso venha, por empréstimo do Real Madrid, para o Benfica?

- Bom ou mau negócio do Benfica?
- O Benfica deve ou não olhar ao plano/sucesso desportivo no imediato?
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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Futebol explicado ao Benfica: a bola serve para marcar golos

 

Não foi uma tragédia futebolística. Foi pior. 

Se alguém dissesse que o Benfica foi à Suíça fazer turismo em vez de jogar futebol, seria difícil contrariar. 

O St. Gallen, um clube que provavelmente gasta menos em relva do que o Benfica em gel para o cabelo de alguns jogadores, deu uma lição de organização, intensidade e, acima de tudo, vontade. Enquanto isso, o Benfica parecia preso numa reunião interminável sobre "processos", esquecendo-se do pequeno detalhe de que o objectivo do futebol continua a ser jogar à bola.

Parabéns à bola, aliás. Fez uma excelente exibição. Andou muito, circulou bastante e nunca se recusou ao trabalho. Só teve o azar de estar rodeada por um grupo de suíços que insistia em estragar tudo com golos. 

Já o Benfica trouxe a sua habitual investigação científica: descobrir quantos passes são necessários até uma jogada perder completamente o sentido.

A resposta parece ser: muitos.

É que o Benfica tem tantos processos que qualquer dia entra em campo com uma lista de compras.

A equipa troca a bola, troca a bola, troca a bola... e nós trocamos de humor.

Não faltou tempo. Não faltou espaço. Não faltou bola.

Faltou aquela pequena coisa sem importância: fazer alguma coisa com ela.

O adversário corre. O Benfica pensa.

O adversário remata. O Benfica prepara.

O adversário joga. O Benfica organiza.

É uma filosofia bonita, se o jogo fosse um documentário sobre circulação de bola. Só que não era. Era  uma eliminatória europeia que convinha ganhar.

Porque no futebol há uma regra antiga: quem marca mais golos costuma ter melhores hipóteses.

Uma teoria polémica, eu sei.

Talvez um dia alguém consiga explicar ao Benfica que uma baliza adversária não é uma peça decorativa do estádio. Está ali para ser utilizada.

Mas há que reconhecer mérito: a equipa é consistente. Mantém uma identidade. Joga sempre da mesma forma, independentemente do adversário, do resultado ou da urgência.

É reconfortante.

Sabemos sempre o que esperar: 70% de posse, 200 passes para o lado e aquela sensação de que o golo está sempre "a chegar". O problema é que o golo, pelos vistos, vem de transportes públicos.

Entretanto, o adversário já marcou, já festejou e já teve tempo para organizar a defesa.

O Benfica continua a preparar.

Prepara tanto que qualquer dia apresenta um plano estratégico para preparar a preparação.

O St. Gallen não ganhou por acaso. Ganhou porque correu mais, pressionou melhor, reagiu melhor à perda, ocupou espaços, pensou mais depressa. Não precisou de fazer um jogo perfeito. Bastou-lhe fazer o básico. 

O St. Gallen jogou para ganhar. O Benfica teve bola. 

E o futebol tem destas coisas.

Ganha quem percebe para que é que a bola serve. 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Sto Gallen vs Benfica - Qualificação fase de grupos Liga Europa - 1ª jogo.

 


St Gallen  2  *  1  Benfica

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O Comité de Arbitragem da UEFA nomeou o árbitro italiano Luca Pairetto (42 anos) para apitar o jogo da 1.ª mão da 2.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa entre o Benfica e o St. Gallen, às 19h00 de quinta-feira, 23 de julho, no Estádio Berit Sitter.

A equipa de arbitragem para o jogo é ainda composta pelos compatriotas Stefano Alassio e Valerio Colarossi, como árbitros assistentes, e Giovanni Ayroldi, na função de quarto árbitro.


Daniele Doveri estará no papel de videoárbitro (VAR), e Paolo Mazzoleni será o AVAR.
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Constituição das equipas:
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ST. GALLEN: Ati-Zigi; Tom Gaal, Stanic, Okoroji, Vandermersch, Daschner, Görtler, Boukhalfa, Stevanovic, Aliou Baldé e Witrzig.
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Suplentes: Watkowiak, Hunziker, Frozliji, Besio, Owusu, Konietke, Heydari e Ruiz.
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BENFICA: Trubin; Alexander Bah, António Silva, Lenglet e Dahl; Miguel Figueiredo e Manu Silva; Rafa Silva, Sudakov e Kami?ski; Pavlidis.
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Suplentes: Samuel Soares, Barrenechea, Ivanovic, Dedic, Tomás Araújo, Tiago Gouveia, Banjaqui, José Neto, Anísio Cabral, Gonçalo Moreira, João rego e Rui Silva.
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NOTAS:

- MIGUEL FIGUEIREDO, com apenas 17 anos, é titular no meio-campo do Benfica, ao lado de Manu Silva. Barrenechea começa no banco.

- Dedic e Tomás Araújo, jogadores que estiveram no Mundial, estão no banco.  
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Perdemos. Venha o 2º jogo.
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terça-feira, 21 de julho de 2026

Benfica: Rui Costa fala de Palhinha, entre outros.


Clique na setinha para ver e ouvir Rui Costa.
Se não der, clique em Ver no You Tube
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Veja e ouça e depois, querendo, deixe a sua opinião sobre: ?
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sábado, 18 de julho de 2026

Benfica:- Jhon Durán - Um craque.


Clique na setinha para ver o vídeo. Se não der clique em VER no You Tube
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A ser verdade que este jogador já está contratado pelo Benfica, qual a sua opinião?

- Olhando a que as suas duas últimas épocas não foram boas, será que Marco Silva o vai rentabilizar e fazer dele o jogador que já foi?

- Será que vai jogar sozinho na frente de ataque do Benfica?

- Será que vai jogar ao lado de Pavlidis?

- Será que Pavlidis vai sair do Benfica?

- Ivanovic ou Sudacov, ficarão os dois no clube, se entrar o Jhon Durán?

Benfica Sempre
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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Benfica vs Villarreal - jogo de preparação.

 


Benfica  2  *  0  Villarreal
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Local: Estádio do Algarve - Loulé
Transmissão: BTV e TVI

Árbitro: António Nobre

Constituição inicial das equipas:
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BENFICA:- Samuel Soares, Lenglet, António Silva, Barrenechea, Bah, Sudakov, Kamiński, Pavlidis, Barreiro, Dahl e Rafa.
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Suplentes: -Trubin, Diogo Ferreira, Ivanovic, Manu, Prestianni, Gabriel Índio, Tiago Gouveia, Banjaqui, José Neto, Anísio, Miguel Figueiredo, João Rego e Rui Silva.
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 VILLARREAL
:- Luiz Júnior, Kambwala, Gerard Moreno, Mikautadze, Mouriño, Carlos Romero, Thiago Fernández, Maciá, Cabanes, Diatta e Lautaro.
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Suplentes:- Rubén Gómez, Pau Navarro, Moleiro, Ayoze Pérez, Cardona, Forés, Cheikh Thiam, Budesca, Diallo, Nizar e Bonafé


Benfica - caminho até à fase de grupos - liga Europa

 


CARREGA    BENFICA
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