domingo, 31 de janeiro de 2010

"O Enorme"

Reconheço que não é de bom-tom destacar este ou aquele jogador quando falamos do clube do nosso coração
Mas hoje, até porque o sono anda arredado, vou falar um pouco de Carlos Martins.
É um jogador cuja acção em campo muito aprecio. É um lutador por excelência.
O seu carácter ganhador faz com que sue a camisola e não raras vezes é castigado pelas arbitragens pelo seu fulgor que emprega em cada lance, nunca o dando por perdido, sendo aquilo a que eu chamo, um guerreiro.
Contra o Guimarães mais uma vez se viu o verdadeiro Carlos Martins. Jogou e fez jogar, pegando juntamente com Aimar, na batuta, empurrando o Benfica para a vitória.
Marcou dois golos de antologia que fizeram levantar o Estádio da Luz.
O seu pequeno desencontro de palavras com Óscar Cardozo, a quem gritava: Passa a bola; passa a bola, não foi mais que um estado de espírito, qual "pastor", que deseja ver o seu "rebanho" no caminho do sucesso.
Acabou expulso por ter tocado a bola com a mão. Caso análogo se passou na área do Guimarães onde o Moreno também tocou na bola com a mão, e sanção arbitral, zero. Seria penalty e...
Aliás, Elmano Santos, trazia a lição bem estudada.
No lance em que Saviola se isola e caminhava com a bola controlada para a baliza, sofre carga grosseira pelas costas, de um jogador do Guimarães (Moreno), o que lhe daria, olhando à posição (frontal) em que se encontrava o jogador do Benfica, para cartão vermelho. Levou apenas cartão amarelo.
Faltas houve em que, jogadores do Guimarães já tinham amarelo, faziam faltas graves e o árbitro, qual ave rara, marcava, quando marcava, a falta e ... olhava para o lado.
Mas tal só enobrece e enaltece a nossa vitória. Sabemos que até ao fim do campeonato muito grão areia ocasional vai “cegar” os Elmanos, os Sousas, os Proenças, entre outros Olarápios do apito.
Estaremos preparados para os enfrentar.
Nem que para isso tenhamos de vestir um fato casaca-bordada, calças de lantejoulas, capa encarnada na mão e fazendo-a ondular, gritar: Oiiiii "Toiro".
.
Javi Garcia não tinha necessidade de limpar a botas daquela maneira. O árbitro, ao contrário, de outras vezes, poderia pensar ter visto algo diferente que uma simples caricia, e ... sabe-se o que poderia ter acontecido.
Não havia necessidade. Á atenção de Jorge Jesus.
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Por isso eu digo:
É TÃO LINDO SER DO BENFICA

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