Festinha?! Festinha?!
Depois admiram-se de eu dizer que uma bomba naquele covil imundo era pouco.
Fazem tanta falta ao futebol português como os Trumps e os Putins fazem ao mundo.
Nenhuma. Absolutamente nenhuma.
Festinha?! Festinha?!
Depois admiram-se de eu dizer que uma bomba naquele covil imundo era pouco.
Fazem tanta falta ao futebol português como os Trumps e os Putins fazem ao mundo.
Nenhuma. Absolutamente nenhuma.
O Benfica foi ao Dragão disputar um clássico e não o deixaram disputá-lo em igualdade de circunstâncias.
Não foi só a expulsão aos 35 minutos. Foi a arbitragem do princípio ao fim. A dualidade de critérios. Uns podem, outros não. Umas faltas são marcadas, outras passam. Uns levam cartão, outros têm licença para distribuir pancada.
E assim, lance após lance, foram condicionando o jogo até o decidirem.
Não me venham com a conversa dos “erros normais”. Isto foi muito mais do que isso.
Quando o critério muda conforme a camisola, quando aquilo que é falta para uns deixa de ser para outros, deixa de ser um pormenor de arbitragem.
É o jogo que está a ser decidido.
O FC Porto ganhou? Ganhou.
Mas ao Benfica não deram qualquer possibilidade de lutar de igual para igual.
E depois aparecem os gentlemen de serviço, os sorrisos de plástico, a serenidade estudada, o discurso institucional e aquela pose de superioridade de quem olha para nós como se fôssemos atrasados mentais.
Não somos.
Vimos o que aconteceu. Vimos o jogo a ser empurrado para onde interessava. E depois ainda temos de assistir à procissão dos hipócritas, todos muito compostinhos, muito sérios, muito preocupados com a dignidade do futebol, enquanto nos tentam vender a merda como se fosse perfume.
O Apito Dourado estava morto e enterrado?
Não morreu porra nenhuma. Há coisas que não morrem. Ficam apenas à espera da próxima oportunidade para voltar à superfície.
E, pelos vistos, o Dragão continua a ser um sítio particularmente fértil para essas ressurreições. Só faltaram as bolas de golfe. Só faltou o guarda Abel.
Por isso, podem guardar os sorrisos, os discursos de circunstância, as explicações de encomenda e a conversa para boi dormir.
Não nos tomem por idiotas.
Porque aquilo que aconteceu naquela pocilga pode ter muitas explicações, muitas versões e muitas cambalhotas.
Para mim, tem uma só.
A puta da vergonha!
E depois há outra vergonha dentro da vergonha. Os pseudo-jornalistas e os comentadores de serviço. Vêem a mesma merda que nós vemos, sabem perfeitamente o que aconteceu, mas lá começa a operação de branqueamento: relativizam, desconversam, inventam interpretações, arranjam nuances e acabam a discutir tudo menos aquilo que realmente aconteceu dentro do campo. Pegam na merda, passam-lhe uma camada de verniz, embrulham-na em linguagem de televisão e devolvem-na ao público como se fosse análise séria. E pronto: a merda desapareceu, a arbitragem ficou convenientemente branqueada e quem ousa apontar o que aconteceu é que passa a ser tratado como o problema. Cambada de vendidos.
Dito isto, para combater esta escumalha não precisamos de mais comunicados, mais vídeos nas redes sociais, mais pedidos de castigos e interdições. Isso é tudo espuma. É fazer barulho depois da merda estar feita e fingir que se está a combater alguma coisa.
Querem mesmo fazer alguma coisa? Então deixem os comunicados para trás e falem a sério de poder. Porque retirar apoio não é fazer mais um comunicado. É usar o poder que o Benfica tem e que, demasiadas vezes, parece não estar disposto a levar até às últimas consequências.
A Liga e a FPF precisam do Benfica muito mais do que gostam de admitir. Precisam da sua dimensão, dos seus adeptos, da sua audiência, do seu dinheiro, da sua capacidade de mobilização e da legitimidade que a sua presença lhes confere. Então que se perceba de uma vez: esse apoio não é um direito adquirido. É uma moeda de troca.
Se querem continuar a contar com o Benfica, terão de aceitar também as suas exigências.
Querem o voto do Benfica? Garantam transparência.
Querem o apoio institucional do Benfica? Aceitem fiscalização e responsabilização.
Querem o peso do Benfica nas grandes decisões? Apresentem critérios claros e iguais para todos.
Querem continuar a contar com o Benfica nos processos que lhes dão legitimidade e dimensão? Então percebam que também há um preço para a confiança.
E se não cumprirem?
O Benfica retira o apoio. Vota contra. Bloqueia o que puder bloquear. Contesta o que tiver de contestar e usa todos os mecanismos institucionais e jurídicos ao seu alcance para por areia na engrenagem.
Como diziam os romanos: se queres a paz, prepara-te para a guerra.
Por isso, acabem com a conversa. Cortem o cordão. Fechem a torneira. Deixem de alimentar estes pulhas com o peso, o dinheiro e a legitimidade do Benfica enquanto nos tratam como tratam.
O Benfica tem força. Tem dimensão suficiente para deixar de ser espectador desta palhaçada e obrigar esta gente a perceber que há consequências quando se ultrapassam todos os limites.
Não vale a pena passar o domingo a denunciar o sistema e chegar à segunda-feira para continuar a alimentá-lo. Deixem de pactuar com esta podridão! Deixem de ser cobardes!
Querem respeito? Façam-nos sentir.
Querem mudança? Façam-nos pagar o preço da falta dela.
Porque esta gente só percebe uma linguagem:
A da força. O resto é circo.
Querem o Benfica? Respeitem o Benfica.
Não querem? Então aprendam a viver sem ele.
Portanto, caso escreva algo incorreto, ou menos próprio, resta-me parafrasear o enorme Fernando Pessa, dizendo antecipadamente "desculpem qualquer coisinha"...ou então, o Benfiquista Paulo de Carvalho que canta um tema, fado, intitulado com o mesmo nome, quem não conhece, recomendo...
E já que menciono musica, não posso deixar de endereçar os meus sentidos pêsames à família e amigos de Jorge Palma. Grande Artista e enorme Poeta. Descanse em Paz.
Vamos lá então à vaca fria, pois quero acreditar que já muito foi falado e escrito sobre o tema.
Vou tentar ser breve, no que tenho para dizer, sobre o jogo do Benfica, no antro da fruta corrupção e putedo, vulgo fcp.
Não era muito difícil, prever o que se iria passar. Somos, e temos mais Equipa do que a corja caceteira. Em Futebol jogado não nos conseguiriam ganhar. Tiveram que recorrer à violência e ao anti jogo sistemático de parar todas as jogadas em falta, para equilibrarem os pratos da balança.
Apesar de toda a ordem, e autorização, que tinham para marrar no vermelho, portarem-se como selvagens raivosos tratados com medicação fora de prazo, foi permitido ainda a esses trogloditas, demonstrarem o porquê da sua agremiação, ser conhecida como os reis da truncagem, manipulação e adeptos da simulação primária e grotesca.
O artista das simulações, que quando lhe tocam no peito agarra-se às trombas, aos gritinhos histéricos, não gostou que o Lenglet o tenha afagado, ao de leve, na nuca deslizando pela orelha, certamente para se inteirar sobre os cremes utilizados por tal palhaço, e o reles fez o habitual...montou gritaria. Muitos ai ais, muitos ui uis que me dói tanto, e agarrou-se ao focinho. O boi do apito, que não estava a olhar para o lance, portanto não viu o que se passou, nem o bandeirola, que só reagiu depois de ouvir a gritaria e os urros selvagens do banco porquista e dos comparsas fingidores, que incrivelmente não estavam a acompanhar o jogo, ou onde estava a bola, mas sim de olho no seu colega das mentiras, resolveu ir ver se havia sangue...mas nem sombra disso...mas toma lá vermelho, Francês duma figa. Ainda bem que não houve quem te avisasse que aqui neste curral não se pode tocar em quem quer que seja da manada. Pensou o boi do apito, suspirando de alivio e felicidade, pois a encomenda estava quase completa, tal como havia precombinado...e agora queria ver como o Benfica se iria desenrascar a jogar com um a menos.
O que haviam premeditado estava a correr às mil maravilhas...
Se o Prestianni soubesse, quando se queixou que foi esbofeteado, esmurrado nas costas e empurrado sem bola, por uma besta contra outra, que fez com que sangrasse, tinha-se limpo, e talvez não levasse amarelo por ter provas da agressão de que foi alvo...É um menino perto desta gentalha. Corja de truncadores e simuladores.
Já nem falo da entrada violenta sobre o Bah logo no inicio...Era vermelho direto e ponto final.
Para os que não sabem, para os que fingem não saber...mas sobretudo para os intelectualmente desonestos, passo a explicar a diferença, entre "tornozelo" e o vulgarmente chamado "peito do pé": O tornozelo está situado na linha dos maléolos, são aqueles ossinhos salientes que temos de lado, interior e exterior, nos pés, pode-se dizer que o tornozelo se inicia na junçao da tíbia e da fibula com o tálus, ou osso talus do pé. Trocado em miudos, a "dobra do pé" já é tornozelo. Daí para baixo é o chamado dorso. O animal de azul e branco atingiu o Bah diretamente acima dos ossos do tornozelo, na junção da articulação...depois ainda não satisfeito, é que deslizou para o peito do pé. Portanto seria sempre cartão vermelho.
Mas se o biltre do apito fosse honesto, até poderia expulsar o sarrafeiro com duplo amarelo, pois segundos antes, na mesma jogada, tinha entrado de forma perigosa e negligente, de carrinho com os joelhos à frente e levantados, sobre o Sudakov...
O murro que um animal deu nas costas do Bah, se fosse no tal de André Silva ainda hoje lá estava agarrado ao focinho e aos gritinhos...também passou em claro, e amarelo para o jogador do Benfica, obviamente. Faltas duras sobre Prestianni e Rafa, até dentro da área caseira, sobretudo estes dois, foram consideradas normais.
Enfim a nojeira habitual e por mim esperada...O metralha Nojeira foi bem escolhido pelo Lugi Andreone, o Capo daquela Camorra.
Cheguei a dizer, que a escolha deste boi do apito, pelo Andreone da Ribeira, e posterior nomeação pelos seus vassalos, seria uma forma de retratação obrigatória, por não ter visto na ultima época o que câmaras piratas, com imagens possivelmente adulteradas ou truncadas pois para essa corja é o pão de cada dia, tentaram demonstrar sobre um leve puxão na camisola...
Sobre a roubalheira e falta de personalidade deste metralha facinora, basta ouvir as palavras do treinador poliglota e do seu capo, o boy dos pópós : "...Coisas estranhas ? Esta noite, não. Esteve tudo bastante bem..."
Pois claro. O hábito faz o Monge. Esteve tudo mais do que normal para aqueles lados. Até os festejos animalescos do banco e de alguns jogadores adeptos de MMA assim o demonstraram.
Consigo imaginar a alegria incontida que assolou os paineis dos paineleiros. A sério que consigo imaginar o chulo da Taberna do Infante, o porco Rodolfo, a dizer que foi limpinjo limpinho, com o outro adorador de vinho aos litros, o sapo bêbedo Otávio, ao seu lado a dar razão ao parceiro de bebedeiras. Consigo imaginar o triste Calado a tentar explicar o que se passou, e a besta Amaral a contradizê-lo e a fingir-se inteligente ao dizer o que lhe manda a cartilha do Andreone...
Consigo imaginar os outros a afirmarem que o Benfica já entra derrotado naquele chiqueiro, esquecendo o trabalho sujo de uma equipa de bois do apito.
Consigo imaginar as criticas ao onze do Benfica, às substituições e à atitude do Lenglet, passando creolina em tudo de mau que aconteceu. Não sei se houve tal desinfetante nos balneários ou não, para se parecer ainda mais com os velhos tempos do bófia Abel e outros...
Consigo até imaginar que certos cientistas paineleiros irão dizer que a expulsão não teve nada a ver com o resultado...pois o Benfica já estava a perder. Mas não irão dizer, que mesmo com menos um conseguimos empatar e discutir o jogo, ao mesmo tempo que nos empurravam para o nosso meio campo.
O jogo entre Porto e Benfica teve como resultado final, a vitória do Porto, por 3...1.
Parabéns aos vencedores, honra aos vencidos
Para além do resultado final quero mostrar-vos alguns, apenas alguns, CASOS NORMAIS:
Árbitro: Miguel Nogueira ( A.F. Lisboa
)
Assistentes: Paulo Brás e Nuno Pires
4.º árbitro: Fábio
Melo
VAR: Luís Ferreira
AVAR: João Bessa Silva
Vamos lá ter calma...vamos por partes.
Não éramos os melhores antes do jogo, continuamos a não o ser depois. É bom continuar com os pés bem assentes no chão .
Cada jogo é um jogo, e exige abordagem diferente. Este foi um dos casos.
Tudo correu bem. É bom, e fundamental, não embandeirar em arco. Nesta nossa Liguinha, existem muitos truques para nos tentar deitar abaixo.
Os jogadores mostraram que o Treinador pode contar com eles.
Ainda não tive oportunidade de ver, qualquer programa da "especialidade", onde os comentadeiros de alterne, passaram as ultimas semanas, a espumarem de alegria porque agora sim, é que se veria o que valia "este Benfica"...Até agora só tinha defrontado equipazinhas...contrariamente à equipa que os humedece.
Agora é que o Benfica iria ter um teste realmente difícil ...
Pois, imagino que agora o discurso, mudou para que domingo é que vai ser a sério...O discurso da canalhada, ou tentativas de desculpas por não se conseguirem sentar direito e de coluna bem alinhada deverá ser : Este Milan é o mais fraco dos últimos anos, é uma equipa em construção, a assimilar as ideias do "Guardiola Português" com estilo de modelito...O Milan jogou sem jogadores fundamentais...etc.. etc...o habitual ! E até, quiçá, algum cientista da bola, adepto da análise repleta de azia, dirá que foram mais difíceis, as equipas que o Benfica encontrou nas eliminatórias de acesso !!
Para os encornar ainda mais, até os vários patinhos feios, que a escumalha foi depenando até agora, mostraram saber que também contam, e até percebem um bocadito do metier...
Pedro Ribeiro e Miguel Martins como assistentes.
Luís Filipe será o quarto árbitro
Paulo Barradas estará no papel de VAR, assistido por Jonathan Babo.
.
Nos Barreiros, o Barreiro deixou a homenagem: dois golos!
Depois veio o Prestianni bip bip, e partiu a loiça toda com aquele golaço!
3-0, três pontos e uma certeza: até ao pescoço é canela!
MARÍTIMO: Alfonso Pastor; Igor Julião, Romain Correia, Rafael Fernandes, Paulo Henrique; Rodrigo Andrade, Danilovic; Limbombe, Raphael Guzzo, Tejón; Butzke
Suplentes: Gonçalo Tabuaço, Vieites, Nilton Varela, Maxime Dominguez, Francisco Silva, Alani, Szalai, Bamba, Ayuma, Boakye
BENFICA: Samuel Soares; Bah, Tomás Araújo, Lenglet, Dahl; Palhinha, Barreiro, Sudakov; Rafa, Prestianni e Pavlidis.
Vitória difícil, mas justa e muito merecida. Mais uma vez poucos golos face ao caudal ofensivo que criámos. E mais uma vez, um remate do adversário à baliza e um golo.
Mas apesar de tudo, de algumas ações menos conseguidas, há um bem estar, um sentimento bom de vitória, por termos ganho sem qualquer ajuda. Sem falsos penaltis a desbloquear o resultado, enfrentando um adversário que não teve qualquer problema em fazer faltas para parar o jogo...contrariamente ao Rio Ave por exemplo, que cometeu a proeza de fazer só uma falta (!!) a jogar em casa, contra o clube do amigo Calimero Nortenho .
Não tivemos qualquer golo no seguimento de uma falta ofensiva, não assinalada, e defrontámos uma equipa orientada por um sapo empedernido que tudo fez para dificultar a nossa vitória, e muito bem, porque assim tem mais sabor, e não um gajo que coloca a sua equipa de "pernas abertas" por ter sido amplamente elogiado pelo treinador adversário, atendendo ao passado de ambos, como colegas, nos tempos do Catar..
Claro que o empurrão ao Barreiro e o "arremesso ao chão" de que foi alvo, dentro da área, foram jogadas normais para a canalhice habitual...até tenho a certeza, de que se por acaso ele cabeceasse á baliza, e no seguimento do lance fosse tocado ao de leve pelo guarda redes adversário, no peito, e ele se queixasse da face, o gatunito do apito, ainda lhe mostraria amarelo por simulação !!!
Hélder Carvalho, árbitro da AF Santarém, foi nomeado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para apitar o Benfica-Estoril da 4.ª jornada da Liga Betclic. O jogo disputa-se no Estádio da Luz às 20h15 de segunda-feira, 31 de agosto.
O juiz do encontro vai ter José Mira e Francisco Pereira como assistentes e José Rodrigues no papel de 4.º árbitro.
Desde que o Prestianni chegou ao Benfica que não consigo evitar lembrar-me do Coyote e do Bip Bip.
O Prestianni chegou ao Benfica como o Coyote, cheio de ideias, cheio de vontade, cheio de planos para apanhar o jogo… mas quase sempre a um detalhe de chegar tarde ao momento certo. Corria muito, insistia muito, tentava muito, mas o futebol parecia estar sempre meio segundo à frente dele...bip bip…
Durante muito tempo, foi o jogador do “quase”. Quase decide bem, quase acerta no timing, quase entra no jogo como deve ser. Tinha talento a transbordar, daqueles que se notam ao primeiro toque, e aquele futebol de rua que se percebe na ginga, na bola colada ao pé, na coragem de ir para cima e no constante morder dos calcanhares aos adversários.
Mas faltava-lhe qualquer coisa menos visível e muito mais decisiva: fazer do talento uma coisa de todos os dias.
O futebol estava lá, era evidente, mas ainda não tinha o tempo do jogo.. Como se o corpo já soubesse acelerar, mas o pensamento ainda estivesse a ajustar o mapa. E lá ia ele, como o Coyote convencido de que “agora é desta”… até o Bip Bip aparecer e passar por ele a assobiar…bip bip...
E não, isto não mudou de um dia para o outro. Não houve magia nem um clique repentino. Houve algo bem mais discreto e, por isso mesmo, mais valioso. Disponibilidade para aprender, trabalho, maturação e muita pancada.
Foi perceber que não chega ser diferente, é preciso ser útil. Que não basta aparecer quando a bola está no pé, também é preciso estar lá quando ninguém está a olhar.
E, aos poucos, isso foi entrando nele.
Sem perder a leveza nem a velocidade, o Prestianni começou a perceber o jogo de outra forma. Já não corre atrás do lance, antecipa-o. Já não força o momento, reconhece-o. A intensidade deixou de ser apenas correr mais e passou a ser também saber quando acelerar, quando esperar e onde aparecer.
E, como quem não quer a coisa, deixou de ser o Coyote que tudo persegue para se tornar o Bip Bip que aparece sempre no sítio certo, no tempo certo, e desaparece antes de o jogo o conseguir apanhar...bip bip… já foste!
Hoje, é outro jogador. Mais simples, mais eficaz, mais dentro do colectivo. Mais esperto sem perder a irreverência. Mais útil sem perder o brilho. Já não joga só quando a bola lhe chega aos pés, joga antes disso, durante isso e depois disso. Deixou de fazer tanto barulho para começar a fazer sentido. E nota-se. Nota-se muito.
Há outra atitude ali. De quem percebeu onde está e o que representa estar no Benfica. De quem trocou o “vejam isto” pelo “contem comigo”. E isso, para mim, vale mais do que qualquer tentativa desesperada de um qualquer Coyote a correr atrás dos seus próprios planos.
O Coyote continuou a correr.
O Bip Bip, esse, ficou no Benfica.
bip bip...
O Comité de Arbitragem da UEFA nomeou o árbitro alemão Daniel Siebert (42 anos), internacional desde 2015, para apitar o jogo da 2.ª mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa entre o Benfica e o Aarhus, às 19h00 de quinta-feira, 27 de agosto, no Randers Stadion.
A equipa de arbitragem para o jogo é ainda composta pelos compatriotas Jan Seidel e Rafael Foltyn, como árbitros assistentes, e Max Burda, na função de quarto árbitro.
Robert Schröder estará no papel de videoárbitro (VAR), e Johann Pfeifer será o AVAR.
O Comité de Arbitragem da UEFA nomeou o árbitro italiano Marco Guida (45 anos), internacional desde 2014, para apitar o jogo da 1.ª mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa entre o Benfica e o Aarhus, às 20h00 de quinta-feira, 20 de agosto, no Estádio da Luz.
A equipa de arbitragem para o jogo é ainda composta pelos compatriotas Giorgio Peretti e Giuseppe Perrotti, como árbitros assistentes, e Fabio Maresca, na função de quarto árbitro.
Michael Fabbri estará no papel de videoárbitro (VAR), e Daniele Chiffi será o AVAR.