Coincidências, ou talvez não!
Constatações do interessante fenómeno das expulsões na
Liga Zon Sagres.
Frequentemente os jogadores do SL Benfica são expulsos por
“entradas duras” sobre os adversários.
De minha parte, nada a dizer sobre a legitimidade dos
árbitros em expulsar Enzo Perez e André Gomes, os mais recentes “avermelhados”
da turma da Luz, pois foram bem expulsos.
No entanto, bem expulsos teriam de ser jogadores de outros
candidatos ao título, como por exemplo:
- médios
defensivos “com vários tentáculos” que batem até cair (relembro que Javi
Garcia até aos 30m era logo condicionado);
- defesas
centrais “pequenos e travessos”, o que lhes sobra em altura, sobra-lhes em
canela (relembro aqui também que Luisão é o “Rei dos Amarelos”);
- pontas
de lança que fazem entre 6 e 10 faltas por jogo, e nem amarelo levam;
- etc.
Há acontecimentos no Campeonato Nacional, que não mudam, e,
dificilmente, vão mudar.
Outro “fenómeno” digno de registo são “outras” expulsões,
aquelas que acontecem antes das equipas jogarem contra candidatos ao título.
Ora, a titulo meramente exemplificativo, foquemo-nos nas
últimas jornadas:
- Estoril:
expulsão de João Paulo aos 45 minutos.
- Marítimo,
viu-se privado do guarda-redes titular: Salin (expulso com um duplo
amarelo aos 86 minutos) e do defesa central Roberge (por acumulação de
amarelos).
Na próxima jornada a Académica vê-se privada do seu
artilheiro Bruno China e Edinho, expulsos, ontem, convenientemente, aos 88 e 90
minutos no jogo contra o Estoril.
São estas coincidências que vão “minando” o fenómeno
desportivo em Portugal e não dão credibilidade ao espectáculo que é o futebol.
Existem várias maneiras de condicionar um jogo, quer na sua
abordagem, quer durante a própria partida, quer após esta.
Os “apitos coloridos” já lá vão e os “senhores do costume”
viram o seu nome ficar imaculado, reinventando, agora, “novas formas de
comunicar”, que não passam directamente pela “chamada telefónica”, “peça de
joalharia” ou uma “bela noite de diversão nocturna”.
Hoje em dia, com o fenómeno da globalização dos meios de
informação, fica mais delicado as “viagens cósmicas ao Brasil”, os
“quinhentinhos”, os “Jacintos com paixão”, “Aberdeens” ou o “fiel guarda dos
80´s”.
Cabe-nos a nós, SL Benfica, sermos vigilantes.
E Pluribus Unum
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Concordo na integra com este texto que espelha bem o que se passa no futebol português.
O Sistema "trabalha" em função de um clube, o qual, qual aranha "viúva negra", montou a teia de forma a passear sobre ela, conseguindo reunir um grupo de "aranhiços", que lhe trazem a "comida" feita.
Infelizmente sabemos que o conhecido Sistema está para durar.
Na minha opinião Luís Filipe Vieira, é o único presidente de um clube ( Benfica) com coragem e força, para lutar contra a máfia que é o Sistema.
Quem enfrenta o dito sujeita-se a desaparecer como clube de 1.ª linha. Boavista, Belenenses, Salgueiros, até o Guimarães já "tremeu", sendo agora o Sporting, o qual, estaria decerto na lista desde os tempos de Dias da Cunha que teve a infelicidade de falar no Sistema.
É evidente que eu até ficaria satisfeito se visse o Sporting na divisão de honra. Seria melhor que ver o Benfica CAMPEÃO EUROPEU. Não me custa nada reconhecer isso.
No entanto será bom que as equipas do Sul se unam numa luta conjunta contra a máfia vinda nos ventos do Norte, cujo epicentro todos sabem onde é.
Não o fazendo vamos continuar a sofrer as agruras da malvadeza da " aranha e dos aranhiços".
O Benfica já esteve quase moribundo. A Máfia instalada não perdoa. Tivemos a felicidade de aparecer Luís Filipe Vieira, que com pulso de ferro tem lutado e conseguido fazer com que o Benfica esteja em cima e com uma águia cada vez mais forte e difícil, querendo acreditar, impossível de abater.
O que pensam os benfiquistas disto?