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Ser-se benfiquista é um dom de Deus. Penso que toda a
humanidade o sabe. Por isso, pobres daqueles que tiveram a infelicidade de não
nascerem de sangue vermelho, no bom e mais salutar, sentido da palavra.
Clubisticamente falando tudo é feito, em Portugal, para
derrubar e difamar o Sport Lisboa e Benfica. Até as “madres” e “comadres” antes desavindas, decidem agora fazer as pazes. Parecem ratazanas a entrar para “convívio”, qual "orla mal
cheirosa e fedorenta".
Uns entram pelas “buracos” principais, outros pelos escuros
dos fundos. A intenção é a mesma. Não serem vistos aos abraços e beijinhos,
qual “namorados” apaixonados. Não, são é apaixonados uns pelos outros. São sim
apaixonados, na crença infiel, de derrubar o mais belo e querido clube do
mundo. O Sport Lisboa e Benfica.
Tudo os move pelo contra, nada os move por conseguir ter uma
equipa competitiva que, pelo menos, lhes desse a alegria – dantes tão
angelicalmente afastada dos seus gostos – taça da liga. É que nem esse caneco
conseguem ganhar.
O Benfica vai, tenho essa convicção, ser tetra-campeão. Um
facto inédito para o clube. Os benfiquistas querem, desejam, anseiam que tal
aconteça e, pela nossa fé, vai acontecer. Esses que assim pensam são os puros
de espírito que sentem o coração iluminado pela grandeza ganha em campo através
do querer, união entre todos, suor e lágrimas.
Por uma vontade indomável de uma direcção que tudo
tem feito para garantir época após época uma equipa ganhadora. Sabemos que não
podemos ganhar tudo. Mas sabemos que num facto ganhamos tudo. Na HONRA, RESPEITO PELO PRÓXIMO, CAPACIDADE DE
SOFRIMENTO, UNIÃO E APOIO UNO ENTRE CLUBE E ADEPTOS.
Estas vertentes são o principio que deve orientar um clube.
Tudo o que for reptício, feito às escondidas, pelos corredores da maledicência e
malvadez, não pode nunca ser louvado.
Uns coligam-se, outros ganham. E quem ganha, quem é?
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