segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Um grande Benfica em noite de GALA

Ontem estive no Estádio da Luz, palco de todos os sonhos. Assisti a um final de jogo entre o Benfica e o Marítimo, com a vitória do Glorioso, por 2-1, simplesmente arrasador.
Teve o Benfica várias oportunidades de marcar. Por esta ou aquela razão, a maior por mérito do guarda-redes da equipa insular, foi dada razão ao ditado: Quem não marca, sofre. E nós sofremos e muito.
Sofremos o golo marcado por Djalma, que fez um grande jogo, reconheço, mas que foi uma tremenda injustiça para o Benfica.
Não fizemos um grande jogo até aos 80 minutos. A partir daí, a perder colocámos toda a "carne" no lume, como se ousa dizer.
Fábio Coentrão, qual maestro, de uma "orquestra" gloriosa, deu o mote, puxando pela equipa, fazendo do seu futebol um hino de Catedral.
Ofereceu de bandeja o golo do empate a Salvio e marcou, sobre o tempo limite, o golo da vitória.
A adrenalina atingiu o rubro. Foram emoções como, confesso, há muito não vivia.
Sempre me senti, como homem e benfiquista, um adepto/sócio, um felizardo por pertencer a essa grande família que é o Benfica. Não é benfiquista quem quer. É benfiquista que nasce com a chama imensa dentro do coração, que lhe eleva a alma, e o brinda com emoções tão fortes e belas como as vividas no jogo de ontem
Foi o Benfica aos 29FEV1904, formado por gente do Povo e é dentro dessa gente, Povo genuíno, que nos honramos de estar e de pertencer.
Sei que a palavra Povo tem muitas interpretações. Mas, estou certo, que todos os benfiquistas, seja qual for a classe social a que pertençam, percebem o que quero dizer com a palavra POVO:
Esta palavra encerra a mística, a classe, a vontade férrea de vencer, a chama imensa, a raça e a ambição.
É na força do Povo que se construíram, constroem e continuarão a edificar, as vitórias do Benfica.
Ontem foi essa força, a força de quase 55 mil adeptos que com os seus gritos, quais ÁGUIAS em voo pelos ares da Luz, que incentivaram o Benfica a dar a volta a um resultado negativo.
Fábio Coentrão foi o elo, o turbo maior, de uma "máquina" que rugiu, no Estádio, relvado e bancadas, quiçá em GRITO DE REVOLTA, numa base do quer, saber sofrer, deixar sair "lágrimas" de cansaço, feitas pérolas, em noite de gala .
Todos os jogadores foram heróis em noite de louvor, numa conjugação adeptos/clube, que arrepiou qualquer um, até mesmo, tenho a certeza, aqueles antibenfiquistas, ou outros, que esfregavam as mãos e preparavam as palavras de sorriso para hoje, se deleitarem em quezílias de maldizer.
Icem-se as bandeiras, calem-se as vozes, apaguem-se os sorrisos e tratem-se as mãos feridas de tanto esfregar, e lembrem-se: O Benfica é o CAMPEÃO NACIONAL

VIVA O BENFICA - VIVAM OS GLORIOSOS

VIVA O POVO DE PORTUGAL

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