quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

UMA HISTÓRIA DE RELÓGIOS...E NÃO SÓ !!!

Da podridão em que se viveu e ainda se vive hoje o futebol fétido escabroso e metanoso, implementado há 3 décadas pelo corrupto mafioso e actual namoradinho da Mirandinha, vão sabendo-se hoje aqui, amanhã ali, para a semana acolá e acoli, peidosos episódios de, como é que o CABRAO, título com que é glorificado pela sua bela, caridosa e idolatrada esposa Filó, manobrou e chafurdou a seu belo prazer tudo e todos, fazendo perder muitos títulos ao nosso Sagrado e Amado Clube, em prol do seu sub-regional e afrutado grémio!!!

Vamos dissecar uma entrevista que um antigo Árbitro da Madeira deu a um Jornal Madeirense, no passado dia 30 de Dezembro.

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Umas histórias de relógios...

No âmbito nacional Teixeira Dória não tem pejo em apontar o dedo: «Pinto da Costa...olha quem...ihihihi... foi um dos responsáveis pela minha saída do escalão principal do futebol português,...porquê? Não gostaste da fruta ? Nem do recheio dos envelopes? Não fizeste jeitinhos? Se calhar as viagens de ida e volta Madeira-Continente-Madeira, não te chegavam? Querias outras viagens para paragens mais exóticas?...mal agradecido... após garantir-me que eu chegaria a internacional».promessas leva-as o vento ! Como é que poderia o mafioso prometer algo que não podia...ou podia??? O antigo juiz madeirense garante, contudo, que procurou «esquecer as tristezas».e fazes bem... «Porém, recentemente - acrescenta - confidenciaram-me que há uma história de relógios que ainda poderá dar que falar. Já entreguei o caso ao meu advogado», limita-se a apontar...relógios só? Por onde é que tens andado? Não ouviste falar em quinhentinhos, putas, envelopes, viagens, promoções apintais feitas pelo informático da FPF, chocolatinhos, rebuçadinhos, ceias, arroxadas bexigosas, além de outros mimos e prendas, oferecidas pelo Filantropo Gerente da Caixa?


«Também nos observadores havia compadrio...»...Havia? Chiiii....muito me contas...

Já lá vão muitos anos, é verdade. Em 1993 Manuel Teixeira Dória colocava um ponto final na sua vida de árbitro. «Estive dois anos como observador mas abandonei ao aperceber-me que, também aí, havia falta de transparência...não posso crer...és um mentiroso...tudo o que faziam os jagunços e capos do mafioso eram à vista de toda a gente... Dominava o compadrio...mais uma mentira tua...ali ninguém se conhecia, entravam todos nesses interins por mérito próprio...penso eu de que... e, como nunca pactuei com irregularidades, achei por bem retirar-me, apesar dos insistentes apelos para continuar», conta....irregularidades? Não lances calúnias...nas apintagens sempre estiveram boas gentes, bem nascidas e criadas nos melhores berços do norte, que estudaram nos melhores colégios Salesianos, gente Ímpia incapazes de trilharem caminhos pacaminosos e tortuosos, gente cuja religiosidade é por mais evidente e de todos nós conhecida, já que todos eles são devotos da Nossa Senhora de Fátima e romeiros de Santiago de Compostela, havendo um até que, para além de todos estes bondosos e louváveis predicados, ainda arranja espaço no seu precioso e escasso tempo, para acumular com o de Padre da Freguesia das Antas e de Conselheiro Matrimonial.

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