segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"Pesadelo" ou leitura por ... "entrelinhas"?

Há noites assim. Dormimos mal, temos pesadelos, acordamos muitas vezes numa espécie de sufoco, como se algo de menos bom nos atormente.
Esta noite sofri esses efeitos. Dormi muito mal. Sei a razão das insónias as quais têm a ver com o clube do meu coração e as incidências que o rodeiam nesta ou naquela situação.
Ontem assisti a mais um jogo em que o Benfica defrontou o Braga na Catedral, em jogo da Taça de Portugal, ganhando injustamente, é verdade leram bem, ganhando injustamente, e daí a minha noite de lucubrações.
Vi os jogadores do Benfica parados, submissos à superioridade dos jogadores do Braga, equipa avassaladora que nos cilindrou com ataques continuados, fazendo mais do triplo dos remates à nossa baliza que nós à deles, sendo de facto mau de mais para eu conseguir ... dormir.
Marcamos dois golos, o primeiro por Saviola que tropeçou na bola, e outro por Pablo Aimar, que numa das raras ocasiões que olhou para a bancada levou com a bola na cabeça e essa, caprichosamente, tomou o "caminho" do baliza do Braga. Sorte de principiante.
Júlio César nosso guarda-redes fez defesas espantosas sendo a mais fácil aquela que teve que fazer de forma até pouco ortodoxa reconheço, aos 88m, quando se atirou para o chão, defendendo in extremis sobre a linha de golo. Pura vaidade para irritar quem não tem ... Paciência.
Deveríamos, pela dureza dos nossos jogadores, acabar por vê-los ser expulsos e passarmos a jogar com 10, e depois com 9, quiçá até só com 8, tal a violência empregada contra os meninos de coro do Braga.
Esses acabaram o jogo fazendo apenas algumas faltazitas inocentes, tendo eles sim, muitas razões de queixa do árbitro, que lhes mostrou amarelos, quando devia mostrar era cartões vermelhos aos jogadores do Benfica.
Chegamos por duas vezes à baliza do Braga, e por mero capricho da sorte, marcámos dois golos, sabe-se lá como.
Jorge Jesus, sempre junto ao banco, esteve quedo como nunca, não sendo aquele treinador “bailarino” a que nos habituou na época passada, sendo essa faceta sido passada para Domingos Paciência, treinador do Braga, que pelo menos em “caretas” e gestos manuais, foi um verdadeiro artista.
No final do jogo foi mais ou menos isto, embora algumas destas passagens, sejam entrelinhas do meu intermitente sono, por mera obstinação da insónia, que foi dito no final do jogo por ... Domingo(s) (tem) Paciência.
Somos mesmo “fraquinhos” e apenas ganhamos por aferro do bem jogar futebol

Ou será que as minhas insónias nada tiveram a ver com este jogo, mas sim, com a "raiva" que sinto pelo sucesso que um tal de Cebola traidora, está a ter num clube assumidamente corrupto?
Que noite.....ufa.

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