sábado, 20 de novembro de 2010

A Justiça tarda, mas chegará

Os benfiquistas como naturalmente estaremos de acordo devem viver em prol do Benfica.
Tudo o resto deve ser “chuva" que cai e se esvai pelas entranhas da terra.

Mas o certo é que nem só de pão vive o homem.

Hoje, chegou a minha vez, se calhar mais uma, de vos falar um pouco de uma figura sinistra que desde 1976 espalha o “terror” pelo futebol português.
Refiro-me ao presidente do Porto, clubezeco com uma expressão pouco mais que regional.
Apoderou-se da cadeira do poder não mais a largando, dizem uns por competência, dizem outros por ninguém ter sequer a ousadia de o enfrentar em mesa de voto.
Pinto "O Promessas a Mortos", tem feito um imperado de polémica entre guerras de bastidores, estratégicas obscuras nunca explicadas, mentiras, compadrio, tráfico de influências, atoarda e ... violência.
De tudo se tem falado durante os seus consecutivos mandatos, tomando uma maior incidência a sua guerra com Lisboa, em que tudo tem feito para destruir o Benfica.
No seu jeito jocoso diz graças para otário ouvir, mas a sua mente, é uma mente escabrosa, que tem feito com que entre em polémica com tudo, e todos aqueles, que não lhe prestam vassalagem.
Rodeou-se, e/ou fez-se rodear, de gente com conhecimentos nos órgãos importantes da associação de futebol, arbitragem, juízes criminais e desembargadores, empresários, e todo o aparelho similar, abriu processos contra tudo e todos os que tiveram alguma coragem em o contrariar e foi processado por outros tantos, a que tudo tem resistido por compadrio de influências
De fugas para Espanha, regresso combinado com os “amigos”, escoltas a tribunal feitas por assassinos, como Bruno Pidá, (condenado a 23 anos de prisão) que um dia disse ser um óptimo rapaz, bem como, uma claque comandada por um tal que sobe às árvores, vulgo macaco, que deixam o seu trabalho de origem por onde passam. Vândalos, assaltantes de estabelecimentos, agressões a jornalistas e outros, todos com a complacência de quem os apóia, ou seja, Pinto "O Promessas a Mortos"
Foi condenado por corrupção, foi o seu clube condenado com a sonegação de seis pontos, que em nada o prejudicou, a não ser na imagem de clube e presidente corruptos a nível europeu e mundial. Essa vergonhosa mancha nunca ninguém lhes conseguirá tirar.
De dinheiros desviados pois não se entende como se vendeu Pepe, Ricardo Carvalho, Bosingwa, Anderson, Quaresma, Deco, Bruno Alves, Raul Meireles, entre outros, por milhões de euros, ao que dizem, e mesmo assim, a SAD portista tem saldo negativo, fazendo com que, a suspeição seja um pensamento de muitas figuras portistas, as mais interessadas, que só se mantêm calados, porque tem respeito pelas suas residências, viaturas, e essencialmente, medo de represálias a nível de ameaças e até mesmo de agressão, tendo como espelho de marca, Ricardo Bexiga.
Todos os processos, sendo o mais relevante, o apito doirado, têm sido arquivados sem culpa para Pinto “O Promessas a Mortos”.
A Justiça terrena absolve-o, a Justiça Divina e humana, nunca o absolverá. Se calhar o seu riso de idiota, tem um paladar amargo. O sabor da inocência só saberá a verdade, quando existe verdade na inocência.
O Porto alcançou muitos êxitos desportivos. Inegável. Conseguiu ter grandes equipas. Agora a discussão tem e terá sempre como princípio a forma como essas equipas foram construídas.
Com o apoio de “sinistras sombras” têm ido quase todas as épocas à Champions League sabendo-se como isso lhes tem sido favorável, enquanto que, ao Benfica, tudo se tem feito, por artes mágicas e abstrusas, para que não atinja esse desiderato.
Ainda esta época se viu. Arbitragens vergonhosas a prejudicar o Benfica, no contraste com outras escandalosas de favorecimento ao Porto, fizeram com que, mais uma vez, descancem à sombra da pontuação e possam assim, jogar a taça Uefa, sem a pressão do campeonato.
Tudo feito com uma mestria mafiosa como mafiosa é a ironia da linguagem da cabeça do Polvo, Pinto “O promessas a Mortos”

Deus não dorme. Andará porventura um pouco distraído, mas um dia, o seu olhar cairá sobre um direito de vida, o direito à honra de processos e à verdade

Acredito na Justiça Divina, e essa, a bem da verticalidade, um dia o condenará

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