sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Eu crente me ... confesso

Eu crente me confesso. Não sei se na justiça dos homens. Se na de Deus, se em nenhuma. Mas sou crente.
Não rezo, não pratico os rituais de quem usa os dedos para se benzer, mas sou crente.
Deixando-me embalar pela minha crença, deixei-me adormecer, e tive um sonho engraçado que mais ainda refinou e aumentou a minha crença.
Sonhei então que um tal Pintinho flatulento, indigitado cabecilha de um clube que dá uns pontapés na bola, lá para os lados do Porto, que em tempos não muito distantes havia “virado” conselheiro matrimonial de árbitros e afins, e que por gestos de caridade havia dados uns envelopes com algo, que não seria certamente ar, havia sido condenado em instância própria por atos corruptivos.
Durante o sonho, tive ainda uma visão que me dizia que afinal o que a Policia Judiciária havia filmado, não era nenhum árbitro de futebol, mas sim, o cortador da relva que havia ido pedir uma serrinha nova para concertar uma outra que se havia partido.
Sonhei ainda que o Tribunal da Relação do PORTO, sim do PORTO, havia rejeitado três recursos, em virtude de anterior absolvição do Pintinho, de gente analfabeta, alguns que mal sabem ler, mas que, vai-se lá saber como, representam o Ministério Público, e que esse (TRPorto) havia agora ilibado definitivamente o «caso do envelope».
O cortador da relva que por mera coincidência de chama Augusto Duarte, o qual, para sua desgraça é uma fotocópia de um tal também Augusto Duarte, esse sim, árbitro de futebol, e que também esse sim, apitou dois dias depois o Beira Mar-Porto, jogo que acabou em empate a zero, mas que, e só por coincidência, os lagartos haviam pedido com o Boavista.
Ora que confusão fez a empregada de limpeza, que e só por coincidência se chamava Carolina Salgado, que viu dar um envelope e terá sabido da própria boca do Pintinho (o também dador, só por coincidência) que lá iam 2.500€. Que confusão fez a malvada empregada.
Um tal de António Araújo, tratador dos cães do Pintinho, que só por mera coincidência, tem o mesmo nome que um empresário de futebol, acompanhava o sósia do Augusto Duarte, não fossem os ditos cães lhe dar uma dentadazita e isso seria o caso dos trabalhos, pois lá perderia a freguesia o recente empossado conselheiro matrimonial, entre outros análogos consulentes.

Mas, o que faz esta minha crença, é que fiquei mesmo convicto, quiça convencido que o Pintinho foi alvo de uma cabala por inveja dos seus atos relevantes como conselheiro, pois ao que se diz, é do melhor que habita pelas bandas de Contumil.
Até consegue casar-se, descasar-se e ... casar-se, com a mesma mártir, a qual, tem o hábitio de pintar os olhos de negro bem como partes da cara.
Foi ilibado porque se provou que nunca ninguém foi lá a casa que não fosse mesmo casal ( os tais parece que eram ...) com problemas orgasmicos mentais, os quais, ficou provado, iam disfarçados e vestidos de Homem para não dar nas vistas e/ou não pensassem quem os visse que eram na verdade um árbitro e um empresário de futebol. Poderia lá ser, esses visitarem, tão impoluta personagem conselheira? Nem pensar srs. Drs. da Jústiça.
Nenhum deles ia com camisola, calções, sapatilhas e apito na boca, como podem dizer que era um árbitro?

Que sonho maldoso eu tive.

Mas sou crente, muito crente. Eu quê? Não sei

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